Ainda vivo

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foco

Simples estrela que em mim existe.

Não me deixes perder o foco.

Como o filme sem o final perde o sentido.

Assim tendo a sair do rumo.

Claressa como a branca rosa.

Me deixe ver a verdade.

Ponha o madeiro a minha frente.

Mas não me deixes esquecer da tua vontade.

Antes que perdido eu seja.

Me arranque a paz e tire toda a distração.

Que não haja mais vaidade até que eu erga os olhos,

E veja o sagrado madeiro.

Prova do respeito e do amor antes da existência.

Me lembrando então de ti, que me conheces.

Como sou, seja eu como queres,

Seguindo pelas pegadas da justiça.

No vale da humildade suportando a cruz,

Amando por amor, tendo amor por ser amado,

Respirando a verdade, permanecendo na tua palavra.

Para te encontrar, fazer a vontade que me completa e da prazer da vida.

Se ainda estou nesta terra, É porque ainda tens propósito em mim nela.

Lucas Duarte Monteiro

11.04.2011

2 comentários:

Bela Monteiro disse...

Meu DEUS!! Que lindo.

tinha que ser meu Irmão! srsrs
lucas, vc foi muito claro e não deixou, mesmo que por ser tão objetivo, perder a beleza poética. Te admiro!

Anônimo disse...

Que linda forma de expressão ao se render a vontade de Deus, e que bela visão sobre a cruz! E melhor ainda é saber que por mais bela que seja sua poesia, ainda assim não revela toda beleza do amor de Deus por nós!